Fernando Ilharco
Ter ou não ter tempo
Não há tempo suficiente. Nem para o que se quer fazer, nem para o que se deve fazer.
Não há tempo suficiente. Nem para o que se quer fazer, nem para o que se deve fazer.
O que é que estás aqui a meter o nariz? Pergunta-se, por vezes, a um curioso, que parece estar a ver se descobre alguma coisa; que está a ver ao que é que as coisas lhe cheiram. E há histórias surpreendentes sobre o olfacto.
Não é fácil as crianças seguirem o que os pais ou os adultos lhes dizem. Por vezes acontece, mas noutras nem de perto nem de longe.
Quanto mais histórias mentirosas chegam pelo Facebook, mais tendemos a acreditar e a transmiti-las aos amigos e colegas.
Quem gosta de estar sozinho? Ao contrário do que se pensa, parece não serem as pessoas introvertidas.
Os problemas e as más notícias, muitas vezes, não saem da cabeça. Os acidentes, os perigos, os reparos, a negatividade em geral tende a chamar mais a atenção do que as coisas boas.
As novas experiências costumam ter maior poder de atracção do que o que já experimentámos
Porque é que muito boa gente bem preparada, inteligente e com recursos financeiros e materiais não está satisfeita com a vida, não é feliz?