No norte das Bahamas, os hotéis encerraram e os residentes estão a ser encaminhados para as áreas baixas das ilhas, devido às previsões de ondulação marítima muito alta e perigosa. O governo montou abrigos, em igrejas e escolas, abertos ao longo do dia para receber quem têm que fugir de casa.
"Quero que se lembrem: lares, casas, estruturas podem ser substituídos. Vidas não podem" disse em conferência de imprensa, no sábado, o primeiro-ministro das Bahamas, Hubert Minnis, recordando ainda que quem se recusar a abandonar a sua habitação "está a colocar-se numa situação de perigo extremo e pode esperar consequências catastróficas".
O governo já avançou que é estimado que o Dorian tenha impactos sobre 73 mil residentes de 21 mil casas.